sexta-feira, 22 de abril de 2011


"As coisas boas chegam com o tempo. As melhores chegam de repente. ''
                                                                            * Janeh Barros *

Versos Simples - Chimarruts


Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito



Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito



Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo



Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão



Te trago os meus versos simples

Mas que fiz de coração


                                                                                                                   * Janeh Barros *     

Quando me amei de verdade...




Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.




E então, pude relaxar.



Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.



Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.



Hoje sei que isso é...Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.



Hoje chamo isso de... Amadurecimento.



Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.



Hoje sei que o nome disso é... Respeito.



Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.



Hoje sei que se chama... Amor-próprio.



Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.



Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.



Hoje sei que isso é... Simplicidade.



Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.



Hoje descobri a... Humildade.



Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.



Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.







Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin



























































Já desejou que pudesse voltar no tempo só para se lembrar como era quando as coisas faziam sentido?







Prison Break
                                                                 *Janeh Barros*

Abril... Mês do Meu Niver...



O passado volta com a força das suas cores, traz lembranças, invadi a casa, tingi o quintal e borra o meu coração! As cores se misturam e de presente de aniversário, eu quero: saúde, amor, tranquilidade, paz e perseverança. Amores felizes sempre, para sempre, sempre.

Sempre, para sempre, sempre.



Sempre, para sempre,sempre.



Sempre, para sempre. sempre...



terça-feira, 19 de abril de 2011

Mafalda y Literatura

Mafalda grande se parece a Raquel, su mamá. Igualita. Idéntica. La misma molécula de agua. Su primera vez no fue con Felipe. Ni con Miguelito. Mafalda se acostó con Manolito, bruto, imbécil pero tremendamente carnal. Hicieron el amor, contra los estantes de tomate y sandía de Almacén Don Manolo. Mafalda no tuvo tiempo de pensar en Felipe. Fue un zarpazo, una ocasión desmedida y estimulante. Al otro día Mafalda sale a dictar el curso de DIH en la universidad, con su bolso de cuero y sus sandalias de meter el dedo. Nada de los zapatos cerrados y de charol negro que usaba de niña.
Mafalda ya no escucha The Beatles. Escucha Cold Play. Y su hermano menor, el Guille estudia música. Cambió el placer de comer la tierra de las macetas por la nicotina. Y Mafalda ya puede darse el gusto de no tomarse la sopa. Nunca, jamás. Tampoco entra a la cocina a menos que sea para comer. Mafalda no sabe cómo usar una plancha. Espera que toda la ropa del closet éste sucia para mandarla a lavar. El sábado, único día de la semana que dedica a los quehaceres domésticos. Vaciar ceniceros, abrir ventanas. Sacar botellas de licor y barrer el felpudo.

A veces Mafalda amanece con alguien, debe tomar la difícil decisión de permitirle salir a traer el desayuno o pasar el día con él. Probablemente escoja lo primero. O lo segundo, el tipo de cosas que haría Mafalda acompañada no consiste en leer ni en hablar sobre política ni de tratados de paz. Mafalda se divierte sobre la cama o viendo televisión. Hace el amor y no la guerra. Se entretiene acompañada o en soledad.

Disfruta su compañía y se regala pequeños placeres.
Va a la playa o a cine. Lee revistas de modas o literatura. Mafaldita aprendió que la vida no debe tomarse demasiado en serio, que nada es personal.
No sufre la paranoia de Susanita.
No consume Nervocalm pero toma red bull.
Mafalda comió libro toda su niñez. Toda su adolescencia. La mejor inversión de su vida.

Ahora lee por placer. Por amor, por deseo. Escoge los libros como a los hombres, con ojo clínico, agudeza visual y olfativa. Pero a veces se equivoca en el lomo o en el título. Más de una vez ha dejado un libro a la mitad. Y otras, lo ha cerrado en la primera línea. Hastiada. Asqueada. O feliz.


Karim Quiroga

Superhéroes animados