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sábado, 4 de agosto de 2012

Perigo, futilidade à vista!


Desde que o mundo é mundo a futilidade reina (reina para alguns). Fútil é o ser que se olha no espelho e só vê o quão belo ele é. Ele acentua de uma só vez, tudo de bom que ele pensa ter e esquece tudo de ruim que ele possa representar. Ele pode esquecer o que ele tem de ruim, mas isso fica explicito na sua face e nas suas palavras ridículas quando abre a boca.
Além de existir o fútil-ligado, aquele que sempre quer estar na moda. Aquele ser que usa e gosta de tudo vinculado na mídia. Isso não é um pré-conceito, mas se você é assim, você não merece meu respeito.
Primeiro você gosta de tudo que diferentes pessoas gostam. Então, pergunto-te: “O que você gosta de verdade”?
Segundo, você acentua tanto o seu melhor, que cada vez mais o seu pior fica mais na cara. Indago-te: “Seja, pelo menos uma vez na vida, você mesmo”.
Qual o problema em ser você mesmo? Não serão todos que irão gostar de você, mas sendo verdadeiro, há mais chances de alguém gostar verdadeiramente de você.
Voltando. A futilidade não leva ninguém para frente, já diz no nome: “Fú-til”, algo não útil. Algo sem serventia.
Eu desejo que você quebre sempre a sua cara e aprenda com os próprios erros, a vida é a melhor escola, mas a pior professora também. Na minha escola, há quatro oportunidades de entregar trabalhos atrasados, na vida não. No mundo real, ou você é o primeiro, ou não é nada. A vida é o contínuo rascunho que não podemos passar a limpo.
Futilidades vêm e vai, o tempo vem e vai, a chuva cai e o sol seca a água, mas apenas você pode saber o que realmente importa.



#Pensamentos Soltos #
Janeh Barros

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